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sexta-feira, 25 de maio de 2012

A importancia do exame para detectar Chlamydia

Meninas, mulheres, tentantes, lutadoras desse sonho de "SER MÃE!".
Essa é uma informação muito importante, se seu médico não solicitou esse exame por favor peça para ele.


Por que digo isso e dou tamanha importância a esse exame? Porque  a Chlamydia é uma bactéria sexualmente transmissível que é silenciosa e afeta os órgãos reprodutores femininos.
Li na internet a respeito e perguntei para minha médica se não seria importante que eu o fizesse. Ela solicitou, fiz, e para minha surpresa, deu reagente.
Jamais imaginei que teria esta doença, pois nunca senti absolutamente nada e por causa dela perdi as trompas e agora estou partindo pra FIV.





Um pouco mais sobre a Chlamydia:

O que é clamídia ?
A clamídia é uma doença sexualmente transmissível comum causada pela bactéria chlamydia trachomati, a qual pode danificar os órgãos reprodutores da mulher. Ainda que os sintomas da clamídia sejam geralmente moderados ou ausentes, ela pode gerar complicações sérias que causam danos irreversíveis, incluindo infertilidade, antes que a mulher reconheça o problema. Clamídia também causa secreção no pênis de homens contaminados.

Como as pessoas contraem clamídia?

A clamídia pode ser transmitida durante o sexo vaginal, anal ou oral. Clamídia também pode ser passada da mãe infectada ao bebê durante o parto natural.
Qualquer pessoa sexualmente ativa pode ser infectada com clamídia. Quanto maior o número de parceiros sexuais, maior o risco de infecção. Uma vez que o cérvix (entrada para o útero) de garotas adolescentes e mulheres jovens não está totalmente amadurecido, ele está sob risco particularmente alto de infecção em atividades sexuais. Já que clamídia também pode ser transmitida pelo sexo oral ou anal, relações homossexuais masculinas também apresentam risco. 

Quais são os sintomas da clamídia?

Clamídia é conhecida como uma doença "silenciosa" porque em torno de 3/4 das mulheres e metade dos homens infectados não apresentam sintomas. Caso os sintomas apareçam, eles geralmente se manifestam entre 1-3 semanas depois da contaminação.

Nas mulheres a bactéria inicialmente infecta o cérvix e a uretra. Mulheres que apresentam sintomas podem ter secreções vaginais anormais e sensação de queimação ao urinar. Quando a infecção se espalha do cérvix aos tubos de falópio algumas mulheres ainda podem não apresentar nenhum sintoma, outras têm dores no abdômen inferior e na parte de baixo das costas, náusea, febre, dor durante o sexo e sangramento entre os ciclos menstruais. Infecção de clamídia no cérvix pode se espalhar para o reto.
Homens com sintomas podem ter secreções no pênis ou sensação de queimação ao urinar. Homens também podem ter queimação e coceira ao redor da abertura do pênis. Dor e inchaço nos testículos são incomuns.

Homens ou mulheres que tiveram intercurso anal receptivo podem adquirir infecção de clamídia no reto, o que pode causar dor na região, secreções ou sangramento. Clamídia também pode acontecer na garganta de homens e mulheres que tiveram sexo oral com parceiros infectados.

Quais são as complicações resultantes da clamídia não tratada?

Caso não tratada, as infecções de clamídia podem progredir para sérios problemas reprodutivos e de saúde com conseqüências de curto e longo prazo. Assim como a doença, os danos que a clamídia causam são freqüentemente "silenciosos".


Como a clamídia é diagnosticada?

Há testes laboratoriais para diagnosticar clamídia. Alguns são teste de urina, outros requerem que seja coletada uma amostra do local como o pênis ou cérvix.

Para ajudar a prevenir as conseqüências sérias da clamídia, é recomendado exame pelo menos uma vez por ano para todas a mulheres sexualmente ativas abaixo de 26 anos. Um teste anual é recomendado para mulheres mais velhas com fatores de risco para clamídia (novo parceiro sexual ou múltiplos parceiros). Todas as mulheres grávidas devem fazer teste para clamídia.

Como é o tratamento para clamídia?

Clamídia pode ser facilmente tratada e curada com antibióticos. Todos os parceiros sexuais devem ser avaliados, testados e tratados. Pessoas com clamídia devem abster-se de intercurso sexual até que elas e seus parceiros sexuais estejam completamente curados, do contrário a infecção pode ocorrer novamente. Ter múltiplas infecções de clamídia pode colocar a mulher sob alto risco de complicações reprodutivas, incluindo infertilidade.

Como clamídia pode ser prevenida?
A forma mais segura de evitar doenças sexualmente transmissíveis é abster de contato sexual ou ter uma relação mutuamente monogâmica com um parceiro que tenha sido testado e sabe-se não estar infectado.

Preservativos masculinos de látex, quando usados corretamente e consistentemente, podem reduzir o risco da transmissão de clamídia.

Qualquer sintoma como secreções ou queimação ao urinar e feridas incomuns deve ser sinal para interromper relações sexuais e consultar um médico imediatamente. Se a pessoa está sendo tratada para clamídia (ou qualquer outra doença sexualmente transmissível) ela deve avisar todos os parceiros sexuais recentes para eles procurem um médico e tratamento apropriado.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Compartilhando minha História

Olá eu sou Jade 29 anos, sou casada há quase 3, há mais de um ano decidimos ter um filho. Depois de tomar anticoncepcional por 10 anos, parei e fui a uma ginecologista, disse a ela que queria engravidar. Ela pediu exames de sangue e uma ultrassonografia (US). Estava tudo Ok com o útero e os ovários, então tentei convencer meu marido a fazer um espermograma... mas ele não quis.

Bom, até ai tudo certo, ficávamos na expectativa de um positivo, mas passaram-se 4 meses e nada. Procurei outra ginecologista e disse que queria engravidar, ela me pediu uma US (acho que já era a terceira) e estava tudo normal. Meu marido continuava sem querer fazer o espermograma, continuamos tentando, claro!
Passaram-se mais 4 meses e nada, procurei outro ginecologista e perguntei se não era melhor tomar indutor de ovulação, porém, como minhas US estavam normais, ele não concordou e disse: "Mulher não foi feita pra ter ninhada, vá pra casa e tente mais 6 meses." e me mandou procura-lo caso não engravidasse (isto já era outubro de 2010).

Em dezembro minha menstruação estava atrasada há mais de um mês, fiz um beta HCG que deu negativo.
Procurei o médico, estava inchada, com enjos, sonolência, ele pediu que eu refizesse o beta... negativo.
Então, ele me receitou um remédio pra descer a menstruação, eu não quis tomar e nem meu marido deixou. Resolvi fazer uma US por conta própria e Pimba! Meu problema foi descoberto: eu tenho SOP (Síndrome do Ovário Policístico).
Meu mundo caiu! Tava ai o motivo de não engravidar. Mudei de GO e estou fazendo tratamento desde Janeiro na esperança e na Fé de que Deus vai me dar essa vitória! Há e meu marido aceitou fazer o espermograma e graças a Deus está tudo ok.